Quem namorou Júlio César?

  • Postumia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Postumia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Mamurra namorou Júlio César de ? a ?.

  • Mucia Tertia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Lollia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Servília Cepião namorou Júlio César de ? a ?.

  • Cossutia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Sempronia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Eunoë namorou Júlio César de ? a ?.

  • Clodia namorou Júlio César de ? a ?.

  • Tertulla namorou Júlio César de ? a ?.

  • Nysa namorou Júlio César de ? a ?.

  • Cleópatra namorou Júlio César de a . A diferença de idade foi de 30 anos, 6 meses e 10 dias.

Júlio César

Júlio César

Caio Júlio César (em latim: Caius ou Gaius Iulius Caesar ou IMP•C•IVLIVS•CÆSAR•DIVVS; 13 de julho de 100 a.C. – 15 de março de 44 a.C.) foi um patrício, líder militar e político romano. Desempenhou um papel crítico na transformação da República Romana no Império Romano. Muito da historiografia das campanhas militares de César foi escrita por ele próprio ou por fontes contemporâneas dele, a maioria, cartas e discursos de Cícero e manuscritos de Salústio. Sua biografia foi posteriormente mais bem escrita pelos historiadores Suetônio e Plutarco. César é considerado por muitos acadêmicos como um dos maiores comandantes militares da história.

Nascido em uma família patrícia de pequena influência, César foi galgando seu lugar na vida pública romana. Em 60 a.C., ele e os políticos Crasso e Pompeu formaram uma aliança (o Primeiro Triunvirato) que acabou dominando a política romana por anos. Suas tentativas de manter-se no poder através de táticas populistas enfrentavam resistência das classes aristocráticas conservadoras do senado romano, liderados por homens como Catão e Cícero. César conquistou boa reputação militar e dinheiro durante as Guerras Gálicas (58–50 a.C.), expandindo os domínios romanos para o norte até o Canal da Mancha, anexando a Gália (atual França), e no leste até o Reno (dentro da atual Alemanha). Ele também se tornou o primeiro general romano a lançar uma incursão militar na Britânia.

Suas conquistas deram-lhe enorme poderio militar e respeito, o que acabou ameaçando a posição do seu companheiro político, e agora rival, Pompeu Magno. Este último havia mudado de lado, após a morte de Crasso em 53 a.C., e agora apoiava a ala conservadora do senado. Com a guerra na Gália encerrada, os senadores em Roma exigiram que César dispensasse seu exército e retornasse à capital. Recusou-se a obedecer e em 49 a.C. cruzou o rio Rubicão com suas legiões, entrando armado na Itália (em violação da lei romana que impedia um general de marchar em Roma). Isso precipitou uma violenta guerra civil, que terminou com uma vitória de César, com ele assumindo poder total na República.

Em 49 a.C., César assumiu o comando em Roma como um ditador absoluto. Ele iniciou então uma série de reformas sociais e políticas, incluindo a criação do calendário juliano. Continuou a centralizar o poder e a burocracia da República pelos anos seguintes, dando a si mesmo grande autoridade. Porém, a ferida da guerra civil ainda estava aberta e a oposição política em Roma começou a conspirar para derrubá-lo do poder. As conspirações culminaram nos Idos de Março em 44 a.C. com o assassinato de César por um grupo de senadores aristocratas liderados por Marco Júnio Bruto. Sua morte precipitaria uma nova guerra civil pelos espólios do poder e assim o governo constitucional republicano nunca foi totalmente restaurado. O seu sobrinho-neto, Caio Otaviano, foi feito seu herdeiro em testamento. Em 27 a.C., o jovem passaria para a história como Augusto, o primeiro imperador romano, adotando o título de César e reivindicando para si o seu legado político.

Leia mais...
 

Postumia

Descrição a ser adicionada em breve.
 

Júlio César

Júlio César
 

Postumia

Descrição a ser adicionada em breve.
 

Júlio César

Júlio César
 

Mamurra

Mamurra (fl. século I a.C.) foi um oficial militar romano do fim da República Romana que teria servido sob o general e político Júlio César.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Mucia Tertia

Mucia Tertia (fl. 79 – 31 BC) was a Roman matrona who lived in the 1st century BC. She was the daughter of Quintus Mucius Scaevola, the pontifex maximus and consul in 95 BC.

Around 79 BC, Mucia married Pompey, a leading and soon-to-be dominant figure in Roman politics. She was the mother of all three of Pompey's known children. Pompey divorced her in 61 BC, either for adultery or for political reasons. She subsequently married Marcus Aemilius Scaurus and remained active in Roman politics, leading peace talks between her son Sextus Pompey and Octavian in 39 BC and maintaining a relationship of mutual respect with Octavian in the years that followed.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Lollia

Lollia was an Ancient Roman noblewoman. She was the wife of Roman general Aulus Gabinius. She was also a mistress of Julius Caesar.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Servília Cepião

Servília Cepião

Servília Cepião (em latim: Servilia Caepionis), dita Servília Maior, foi uma patrícia romana, descendente de Caio Servílio Ahala, amante de Júlio César, esposa de Décimo Júnio Silano e de Marco Júnio Bruto, o Velho,[carece de fontes?] com quem teve Bruto (assassino de César), sogra de Cássio (outro assassino de César) e meia-irmã de Cato, o Jovem.

Ela era filha de Quinto Servílio Cepião, o Jovem, irmã de Quinto Servílio Cepião e meio-irmã de Marco Pórcio Catão Uticense (Catão, o Jovem) e Pórcia Catão.

Sua filha [carece de fontes?] Júnia Segunda, meio-irmã de Bruto, foi casada com o triúnviro Lépido, com quem teve um filho, Marco Emílio Lépido Menor, executado por planejar o assassinato de Otaviano.

Outra filha, [carece de fontes?], Júnia Tércia, meio-irmã de Marco Júnio Bruto e sobrinha de Catão, o Jovem, casou-se com o senador Caio Cássio Longino.

Marco Júnio Bruto e Caio Cássio Longino foram assassinos de Júlio César.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Cossutia

Cossutia

Cossutia was a Roman woman who became engaged to Julius Caesar prior to his reaching adulthood. There has been debate among historians on whether the marriage actually occurred.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Sempronia

Sempronia

Sempronia war eine römische Aristokratin der späten Republik. Sie war die Frau des Decimus Iunius Brutus, Konsul des Jahres 77 v. Chr., und nach Sallust aktive Teilnehmerin – zumindest Mitwisserin – an der catilinarischen Verschwörung.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Eunoë

Eunoë

Eunoé foi uma dama de ascendência moura do século I a.C. que, segundo o historiador romano Suetônio, era esposa de Bogudes, rei da Mauritânia, e uma amante do general Júlio César. Ela, assim como a rainha egípcia Cleópatra, estava entre as várias mulheres cortejadas pelo general.

O romance deles ocorreu quando da chegada dele ao norte da África antes da batalha de Tapso em 6 de abril de 46 a.C., sendo possível que ela tenha conseguido superar a afeição dele por Cleópatra. O relacionamento entre eles foi entretanto breve, com César deixando a África em junho do mesmo ano, cinco meses e meio após chegar, e tanto Eunoé quanto Bogudes desfrutaram dos presentes concedidos por César a eles.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Clodia

Clodia

Clodia Metelli, née Claudia vers 95 ou 94 av. J.-C. et appelée également Clodia, est une des femmes les plus connues du Ier siècle av. J.-C.

Elle est l’une des trois filles du patricien romain Appius Claudius Pulcher. Sa mère était, soit Caecilia Metella Balearica, soit sa cousine Caecilia Metella fille de Lucius Caecilius Metellus Diadematus. Clodia était la demi-sœur, entre autres, de Publius Clodius Pulcher et d’Appius Claudius Pulcher (consul en 54 av. J.-C.), qui avaient le même père mais pas la même mère.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Tertulla

nascido em
Descrição a ser adicionada em breve.
 

Júlio César

Júlio César
 

Nysa

Ниса (др.-греч. Νύσα) — дочь царя Вифинии Никомеда IV (по другим, видимо, устаревшим сведениям — Никомеда III), жившая в I веке до н. э.

Leia mais...
 

Júlio César

Júlio César
 

Cleópatra

Cleópatra

Cleópatra VII Filopátor (em grego clássico: Κλεοπᾰ́τρᾱ Φιλοπάτωρ; romaniz.: Kleopátrā Philopátōr; 69 – 10 de agosto de 30 a.C.) foi a última governante ativa do Reino Ptolemaico do Egito. Como membro da dinastia ptolemaica, foi descendente de Ptolemeu I Sóter, um general greco-macedônio e companheiro de Alexandre, o Grande. Sua primeira língua era o grego koiné, e ela é a única governante de sua dinastia conhecida por ter aprendido a língua egípcia. Após sua morte, o Egito passou a ser uma província do Império Romano, marcando o fim do Período Helenístico que começou com o reinado de Alexandre (r. 336–323 a.C.).

É possível que tenha acompanhado seu pai Ptolemeu XII em 58 a.C. durante seu exílio em Roma, depois que uma revolta no Egito permitiu que a filha mais velha de Ptolemeu XII, Berenice IV, reivindicasse o trono. Esta última foi morta em 55 a.C., quando o faraó retornou ao país com assistência militar romana. Quando morreu em 51 a.C., Ptolemeu XII foi sucedido por Cleópatra e seu irmão mais novo, Ptolemeu XIII, como governantes conjuntos, mas um desentendimento entre ambos levou ao início de uma guerra civil. Depois de perder a Batalha de Farsalos na Grécia contra seu rival Júlio César durante a Segunda Guerra Civil, o estadista romano Pompeu fugiu para o Egito, um estado cliente. Ptolemeu XIII ordenou a emboscada e morte de Pompeu enquanto César ocupava Alexandria em busca dele. César, um cônsul da República Romana, tentou reconciliar Ptolemeu XIII com sua irmã. Potino, o conselheiro-chefe do faraó, considerou os termos do cônsul favoráveis à rainha, e assim suas forças, que eventualmente caíram sob o controle de sua irmã mais nova, Arsínoe IV, cercaram César e Cleópatra. O cerco foi levantado por reforços no início de 47 a.C. e Ptolemeu XIII morreu pouco depois na Batalha do Nilo. Arsínoe IV foi exilada em Éfeso, e César, agora ditador eleito, declarou Cleópatra e seu irmão mais novo Ptolemeu XIV como governantes conjuntos. O ditador manteve um caso com a rainha, que gerou um filho, Cesarião. Ela viajou para Roma como rainha cliente em 46 e 44 a.C., ficando numa vila local. Após os assassinatos de César e Ptolemeu XIV (este por ordem da própria Cleópatra) em 44 a.C., esta tentou fazer de Cesarião o herdeiro do ditador.

Na Terceira Guerra Civil entre 43 e 42 a.C., ficou ao lado do Segundo Triunvirato, formado por Otaviano, Marco Antônio e Lépido. Após um encontro em Tarso, em 41 a.C., a rainha teve um caso com Antônio. Ele realizou a execução de Arsínoe a pedido dela e tornou-se cada vez mais dependente de Cleópatra para financiamento e ajuda militar durante suas invasões ao Império Parta e ao Reino da Armênia. As Doações de Alexandria declararam seus filhos Alexandre Hélio, Cleópatra Selene II e Ptolemeu Filadelfo, governantes de vários territórios antigos, sob sua autoridade triunviral. Esse evento, seu casamento e o divórcio de Marco Antônio da irmã de Otaviano, Otávia, a Jovem, levaram à Última Guerra Civil da República Romana. Otaviano se engajou numa guerra de propaganda, forçou os aliados de Antônio no Senado a fugirem de Roma em 32 a.C. e declarou guerra contra Cleópatra. Depois de derrotar a frota naval da ambos na Batalha de Áccio em 31 a.C., as forças de Otaviano invadiram o Egito em 30 a.C. e derrotaram Antônio, o levando ao suicídio. Quando soube que o invasor romano planejava levá-la à sua procissão triunfal, cometeu suicídio por envenenamento, ao contrário da crença popular de que foi mordida por uma víbora.

Seu legado sobrevive em numerosas obras de arte, tanto antigas quanto modernas. A historiografia romana e a poesia latina produziram uma visão predominantemente polêmica e negativa da rainha que permeou as posteriores literaturas medieval e renascentista. Nas artes visuais, representações antigas de Cleópatra incluem a moeda romana e ptolemaica, estátuas, bustos, relevos, vidros e esculturas de camafeus e pinturas. Foi tema de muitas obras na arte renascentista e barroca, incluindo esculturas, pinturas, poesia, dramas teatrais, como Antônio e Cleópatra, de William Shakespeare, e óperas como Giulio Cesare in Egitto, de Georg Friedrich Händel. Nos tempos modernos, tem aparecido nas artes aplicadas e belas artes, na sátira burlesca, em produções cinematográficas e em imagens de marcas para produtos comerciais, tornando-se um ícone popular da egitomania desde o século XIX.

Leia mais...