Quem namorou Casimiro III da Polônia?
Casimiro III da Polônia
Casimiro III da Polônia, dito Casimiro, o Grande, em polonês Kazimierz Wielki (Kowal, Cujávia, 30 de abril de 1310 – Cracóvia, 5 de novembro de 1370) reinou na Polônia entre 1333 até sua morte. Filho de Ladislau I, o Breve e de Edviges de Gniezno e da Grande Polônia, é considerado como o verdadeiro unificador da Polônia. Casimiro foi o último soberano polonês da antiga dinastia dos Piast. Nasceu em 30 de abril de 1310.
Em seus 37 anos de reinado, Casimiro III mais que duplicou o território do país. Iniciou importantes reformas administrativas, judiciais e legislativas e incorporou a Galícia. Fundou várias cidades e concedeu autonomia aos governos locais. Construiu mais de cinquenta castelos e ajudou a edificar várias igrejas. Em 1364, fundou a Universidade de Cracóvia.
Morreu em um acidente de caça e após sua morte foi cognominado "o Grande".
Como não tinha herdeiros varões, designou como seu herdeiro, em 1355, o seu sobrinho Luís I da Hungria, filho de sua irmã Isabel e de Carlos Roberto da Hungria, da Casa d'Anjou o que significaria a união das coroas húngara e polonesa.
Porém a união pessoal, que desagradava boa parte da alta nobreza da Polônia, desfez-se logo após a morte de Luís I, em 1382, apenas doze anos após a morte de Casimiro III. Assim, uma de suas filhas de Luís I, Maria, assumiu a coroa húngara, enquanto a outra, Edviges, com apenas 11 anos, tornou-se "Rei da Polônia" (sic), significando que a sua ascensão ao trono acontecia por seu próprio direito e não como rainha consorte. Com Edviges d'Anjou, a Polônia recupera sua independência da Hungria. De seu casamento com Jogaila ou Władysław Jagiełło (posteriormente Ladislau II), nasce a dinastia Jaguelônica que constituirá, através da Comunidade polaco-lituana, um dos mais poderosos impérios europeus pelos três séculos seguintes.
No jogo Sid Meier's Civilization V, Casimiro III é um dos líderes jogáveis, representante da Polônia.
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Cudka (XIV wiek) – kasztelanka sieciechowska.
Była córką Pełki, kasztelana sieciechowskiego i sądeckiego (1340-1350) oraz chorążego krakowskiego (1355), i Małgorzaty. Rodzice zapisali córce Tarnowiec wraz z przyległymi terenami, co potwierdził król Kazimierz III Wielki 31 maja 1339.
W 1339 została żoną Niemierzy z Gołczy h. Mądrostki, dworzanina królewskiego Kazimierza i posła (w 1341) do Awinionu. Małżonkowie mieli czworo dzieci:
- Niemierzę – utożsamianego z Niemierzą, nieślubnym synem Kazimierza Wielkiego,
- Pełkę – utożsamianego z Pełką, drugim nieślubnym synem Kazimierza,
- Elżbietę – żonę Wojciecha Czeleja,
- Pachnę – żonę Paszka Trestki z Gedczyc.
W 1895 Oswald Balzer, m.in. na podstawie podobieństwa imion dzieci i faktu otrzymania przez wdowę po Niemierzy od króla dużej sumy 107 grzywien, zasugerował, iż Cudka była matką nieślubnych synów Kazimierza Wielkiego (wcześniej powszechnie utrzymywano za Długoszem, iż ich matką była Esterka). Pogląd ten został zakwestionowany w 1897 przez Stosława Łagunę.
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Esterka
Esterka (also Estera) is the name traditionally given to a Jewish woman who, according to later chronicles and folklore, became the mistress of Casimir III the Great, King of Poland from 1333 to 1370. Medieval Polish and Jewish writers often treated the story as historical, recounting a celebrated romance between the king and the beautiful Jewish woman.
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