Quem namorou Alexandre Vassilchikov?

Alexandre Vassilchikov

Alexandre Vassilchikov

Alexander Semyonovich Vasilchikov (Russian: Александр Семёнович Васильчиков, tr. Aleksandr Semënovič Vasil'čikov; 1746–1813) was a Russian aristocrat who became the lover of Catherine the Great from 1772 to 1774.

Vasilchikov was an ensign in the Chevalier Guard Regiment when he was noted by Catherine and was appointed gentleman of the bedchamber on 1 August 1772. When Catherine's then-lover Grigory Grigoryevich Orlov left court, Catherine was informed about his adultery, and 12 August, Vasilchikov was made general aide-de-camp and lover of Catherine. Vasilchikov was expected to be available to attend on her at all times, and was not allowed to leave the palace without permission.

The relationship was short-lived. Catherine found Vasilchikov's gentleness cloying, saying "His tenderness made me weep." When Vasilchikov was away on a journey, sent by the empress, Grigory Potemkin replaced him as her lover. She wrote to her friend Friedrich Melchior, Baron von Grimm about Vasilchikov's dismissal: "Why do you reproach me because I dismiss a well-meaning but extremely boring bourgeois in favour of one of the greatest, the most comical and amusing, characters of this iron century?"

Vasilchikov later complained that he felt like a hired gigolo: "I was nothing more to her than a kind of male cocotte and I was treated as such. If I made a request for myself or anyone else, she did not reply, but the next day I found a bank-note for several thousand rubles in my pocket. She never condescended to discuss with me any matters that lay close to my heart."

Catherine characteristically rewarded her former lover richly. Vasilchikov was given a pension of twenty thousand rubles and valuable properties. He lived the rest of his life in Moscow. He never married. He built a notable collection of Western European paintings and sculptures, including a "Self Portrait" by Velasquez and works by Philips Wouwerman and Andries Botha.

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Catherine II of Russia

Catherine II of Russia

Catarina II (Estetino, 2 de maio de 1729 – São Petersburgo, 17 de novembro de 1796), também conhecida como Catarina, a Grande, foi Imperatriz da Rússia de 1762 a 1796. Uma princesa alemã por nascimento, chegou ao poder após um golpe de estado contra seu próprio marido, Pedro III. Seu longo reinado marcou a era de ouro do Iluminismo na Rússia, com a fundação de cidades, universidades e teatros, além do incentivo à imigração europeia e da consolidação do país como uma das grandes potências da Europa.

Nascida princesa Sofia Frederica Augusta de Anhalt-Zerbst, casou-se, em 1745, com o herdeiro do trono russo, Carlos Pedro Ulrico de Holsácia-Gottorp, futuro czar Pedro III da Rússia. Em 1762, após um golpe de Estado que depôs o marido, assumiu o trono como imperatriz reinante. Durante seu governo, o Império Russo expandiu significativamente seu território, incorporando áreas da atual Ucrânia, participando das Partilhas da Polônia e conquistando territórios do Império Otomano.

Admiradora de Pedro, o Grande, Catarina continuou a modernizar a Rússia de acordo com os ideais do absolutismo esclarecido. No início do reinado, promoveu reformas administrativas, educacionais e culturais. Contudo, suas políticas levaram a um aumento no número de servos, resultando em descontentamento popular e na eclosão de numerosas revoltas, violentamente reprimidas. Após a Revolução Francesa, abandonou parte de sua postura reformista, intensificou a censura e perseguiu movimentos considerados subversivos.

Catarina ficou conhecida por seus numerosos amantes, em sua maioria homens mais jovens, muitos dos quais alcançaram influência política graças à proximidade com a imperatriz. O mais célebre deles foi Gregório Potemkin.

Seu reinado de 34 anos, 4 meses e 8 dias, foi o terceiro mais longo da história da Rússia, sendo superado apenas pelos de Ivã IV e do próprio Pedro, o Grande. Catarina também foi a última mulher a governar a Rússia.

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