Quem namorou Bonnie Parker?

  • Clyde Barrow namorou Bonnie Parker de ? a ?. A diferença de idade foi de 1 anos, 6 meses e 7 dias.

Bonnie Parker

Bonnie Parker

Bonnie und Clyde waren ein aus den Kriminellen Bonnie Elizabeth Parker (* 1. Oktober 1910 in Rowena, Runnels County, Texas; † 23. Mai 1934 im Bienville Parish, Louisiana) und Clyde Chestnut Barrow (* 24. März 1909 in Telico, Ellis County, Texas; † 23. Mai 1934 im Bienville Parish, Louisiana) bestehendes US-amerikanisches Verbrecherpaar.

Bonnie und Clyde zogen während der Weltwirtschaftskrise durch den Mittleren Westen der Vereinigten Staaten und überfielen gemeinsam mit anderen Kriminellen bandenmäßig Lebensmittelgeschäfte, Tankstellen und kleinere Banken auf dem Land, wobei sie insgesamt 14 Morde (hauptsächlich an Polizisten) verübten. Ihre Verbrechen sorgten neben denen von anderen wie John Dillinger und Alvin Karpis in der Zeit der Wirtschaftskrise von 1931 bis 1935 in den USA für erhebliches Aufsehen. Diese Periode wurde auch als die Ära der Staatsfeinde („Public Enemy Era“) bezeichnet.

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Clyde Barrow

Clyde Barrow

Bonnie Elizabeth Parker (Rowena, Texas - 1 de outubro de 1910 – Paróquia de Bienville, Louisiana - 23 de maio de 1934) e Clyde Chestnut Barrow (Condado de Ellis, Texas - 24 de março de 1909 – Paróquia de Bienville, Louisiana - 23 de maio de 1934) foi um casal de criminosos americanos que viajava pela região central dos Estados Unidos, com sua gangue, durante a Grande Depressão, roubando e matando pessoas quando encurralados ou confrontados. Suas façanhas atraíram a atenção do público durante a "Era dos Inimigos Públicos", entre 1931 e 1936. Embora conhecidos hoje por seus mais de uma dúzia de assaltos a bancos, a dupla roubava com mais frequência pequenas lojas ou postos de gasolina rurais. Acredita-se que a gangue tenha matado pelo menos nove policiais e inúmeros civis. O casal acabou sendo emboscado e morto por policiais perto de Sailes, Paróquia de Bienville, Louisiana. Suas façanhas foram revividas e cimentadas no folclore pop americano através do filme Bonnie and Clyde, de 1967, de Arthur Penn.

Mesmo durante a vida, a representação do casal na imprensa estava em desacordo com a dura realidade de sua vida na estrada, especialmente para Bonnie Parker. Apesar de estar presente em cem ou mais crimes durante os dois anos em que foi companheira de Clyde, ela não era uma assassina que fumava charuto e se armava com metralhadoras, como representada nos jornais, cinejornais e revistas policiais da época. Um membro de gangue, W. D. Jones, mais tarde disse que não se lembrava de tê-la visto atirar em um oficial de justiça, e o mito do charuto surgiu de uma foto instantânea de brincadeira encontrada pela polícia em um esconderijo abandonado, que foi enviada para a imprensa e publicada em todo o país. Apesar de Parker fumar cigarros Camel, ela nunca fez uso de charutos.

Segundo o historiador Jeff Guinn as fotos do esconderijo levaram à glamourização de Parker e à criação de lendas sobre a gangue. Ele escreveu:

John Dillinger tinha aparência de ídolo de matinê, e Pretty Boy Floyd tinha o melhor apelido possível, mas as fotos de Joplin apresentaram novas superestrelas criminosas com a marca mais excitante de todas: sexo ilícito. Clyde Barrow e Bonnie Parker eram jovens e impetuosos e, sem dúvida, dormiam juntos.

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