Quem namorou Cláudia Acte?

  • Nero namorou Cláudia Acte de ? a ?.

Cláudia Acte

Cláudia Acte (século I) foi uma escrava liberta que viveu na época do Império Romano. Foi amante do imperador Nero.

Originária da Ásia Menor pode ter sido escrava do Imperador Cláudio ou comprada mais por sua filha Otávia, que se casou com Nero em 53 A.D., depois que este se converteu em aliado de Cláudio.

Conforme o costume da época, Acte adotou o nome da gens do senhor, a Gens Cláudia, tornando-se Cláudia Acte. Dela não se conhecem a data de nascimento e morte mas, entre 55 e 68, A.D., sua vida esteve ligada à de Nero. O historiador Dião Cássio faz uma breve apresentação dela na sua História romana. Cláudia Acte foi uma grande paixão de Nero, que desejou se casar com ela, apesar da imensa barreira social entre ambos e da oposição da mãe de Nero, Agripina,

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Nero

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Nero Cláudio César Augusto Germânico (em latim, Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus; Anzio, 15 de dezembro de 37 d.C. — Roma, 9 de junho de 68) foi um imperador romano que governou de 13 de outubro de 54 até a sua morte, a 9 de junho de 68, o último imperador da dinastia júlio-claudiana.

Nascido com o nome de Lúcio Domício Enobarbo, era descendente de uma das principais famílias romanas, pelo pai Cneu Domício Enobarbo e da família imperial júlio-claudiana através da mãe Agripina, a Jovem, filha de Germânico e neta de César Augusto. Ascendeu ao trono após a morte do seu tio Cláudio, que o nomeara o seu sucessor.

Durante o seu governo, focou-se principalmente na diplomacia e no comércio, e tentou aumentar o capital cultural do império. Ordenou a construção de diversos teatros e promoveu os jogos e provas atléticas. Diplomática e militarmente, o seu reinado caracterizou-se pelo sucesso contra o Império Parta, a repressão da revolta dos britânicos (60–61) e uma melhora das relações com Grécia. Em 68 ocorreu um golpe de estado de vários governadores, após o qual, aparentemente, foi forçado a suicidar-se.

O reinado de Nero é associado habitualmente à tirania e à extravagância. É recordado por uma série de execuções sistemáticas, incluindo a da sua própria mãe e o seu meio-irmão Britânico, e sobretudo pela crença generalizada de que, enquanto Roma ardia, ele estaria compondo com a sua lira, além de ser um implacável perseguidor dos cristãos. Estas opiniões são baseadas primariamente nos escritos dos historiadores Tácito, Suetônio e Dião Cássio. Poucas das fontes antigas que sobreviveram o descrevem dum modo favorável, embora haja algumas que relatam a sua enorme popularidade entre o povo romano, sobretudo no Oriente.

A fiabilidade das fontes que relatam os tirânicos atos de Nero é atualmente controversa. Separar a realidade da ficção, em relação às fontes antigas, pode ser impossível.

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