Quem namorou Liselotte Landbeck?

  • Leopold III of Belgium namorou Liselotte Landbeck de ? a ?. A diferença de idade foi de 14 anos, 2 meses e 10 dias.

Liselotte Landbeck

Liselotte Landbeck

Liselotte Landbeck (Viena, 13 de janeiro de 1916 – Quintal, 15 de fevereiro de 2013) foi uma patinadora artística austríaca, que competiu no individual feminino representando a Áustria e a Bélgica. Ela conquistou uma medalha de bronze em campeonatos mundiais, duas medalhas de prata em campeonatos europeus e foi bicampeã do campeonato nacional austríaco. Landbeck disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de 1936 terminando na quarta posição.

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Leopold III of Belgium

Leopold III of Belgium

Leopoldo III (Bruxelas, 3 de novembro de 1901 – Bruxelas, 25 de setembro de 1983) foi o Rei dos Belgas, cujas ações como comandante-em-chefe do exército belga durante a conquista alemã da Bélgica (1940) na Segunda Guerra Mundial suscitaram oposição ao seu governo, levando eventualmente à sua abdicação em 1951.

Filho de Alberto I e de sua consorte Isabel da Baviera, Leopoldo serviu como soldado raso durante a campanha final da Primeira Guerra Mundial. Em 10 de novembro de 1926 casou-se com a princesa Astrid da Suécia e teve como filhos Josefina Carlota, Balduíno e Alberto. Leopoldo tornou-se rei dos belgas após a morte de seu pai em 17 de fevereiro de 1934. Favorecendo uma política externa independente, mas sem adotar uma neutralidade estrita, retirou a Bélgica de sua aliança defensiva com a França e da União Soviética, participando do Pacto de Locarno, um acordo de paz entre Alemanha, França, Bélgica, Itália e Grã-Bretanha após a ocupação alemã da Renânia em 1936. Determinado a resistir à agressão com o apoio da Grã-Bretanha e da França, patrocinou a construção de uma linha de defesa fortificada de Antuérpia a Namur, voltada para a Alemanha.

Com o início da Segunda Guerra Mundial, Leopoldo assumiu o comando supremo do exército belga. Em maio de 1940, enquanto os Aliados realizavam a evacuação de centenas de milhares de soldados do porto francês de Dunquerque, as forças belgas no rio Leie lutavam contra o avanço alemão. Leopoldo foi forçado a render suas tropas cercadas em 28 de maio. A rejeição do governo belga à sua decisão de permanecer com as tropas em vez de se unir ao governo de Londres no exílio gerou o conflito do pós-guerra sobre sua reivindicação ao trono. Leopoldo foi mantido prisioneiro pelos alemães em seu castelo real perto de Bruxelas até 1944 e depois na Áustria até o fim da guerra. Sua carta a Adolf Hitler em 1942 é considerada responsável por salvar cerca de 500 mil mulheres e crianças belgas da deportação para fábricas de munições na Alemanha. Em 11 de setembro de 1941 casou-se com Mary Lilian Baels, a quem nomeou princesa de Réthy, e teve como filhos Alexandre, Maria Cristina e Maria Esmeralda.

Após a nomeação de seu irmão Carlos como regente em 1944, Leopoldo permaneceu na Suíça entre 1945 e 1950 aguardando a resolução da controvérsia sobre seu iminente retorno ao trono. Um plebiscito realizado em 12 de março de 1950 mostrou que quase 58% dos eleitores eram favoráveis ao retorno do rei, refletindo principalmente o apoio dos flamengos católicos. No entanto, a agitação fomentada pela oposição liberal, socialista e valona levou Leopoldo a renunciar à sua soberania em 11 de agosto de 1950 em favor de seu filho Balduíno, que se tornou rei no ano seguinte. Leopoldo e a princesa de Réthy continuaram a viver em Laeken, residência tradicional dos reis belgas, até o casamento de seu filho em 1960. Críticos de Leopoldo acreditavam que sua permanência em Laeken lhe conferia demasiada influência sobre o rei Balduíno.

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