Quem namorou Corinna zu Sayn-Wittgenstein?

  • Juan Carlos I of Spain namorou Corinna zu Sayn-Wittgenstein de ? a ?. A diferença de idade foi de 26 anos, 0 meses e 23 dias.

Corinna zu Sayn-Wittgenstein

Corinna Larsen (Fráncfort del Meno; 28 de enero de 1964) es una empresaria alemana conocida también como Corinna (Prinzessin) zu Sayn-Wittgenstein por haber estado casada en segundas nupcias con el aristócrata alemán Casimir zu Sayn-Wittgenstein-Sayn (nacido en 1976). Tras su divorcio del alemán, ha seguido incluyendo en su apellido el título de «princesa» (la única forma de exponer un componente nobiliario según la ley alemana, que al ser república no le confiere un significado oficial ni privilegios).

Desde 2006, sus apariciones en los medios estuvieron ligadas a su relación amorosa con el entonces rey de España Juan Carlos I.​​​​ Durante la misma, Corinna organizó viajes del monarca, como una cacería de elefantes en Botsuana en 2012 a resultas de la cual hubo de ser repatriado a España y hospitalizado.​​ También le acompañó en regatas,​ fue representante suyo ante magnates extranjeros,​ y actuó como intermediaria en transacciones con altos dignatarios y empresarios de Rusia y de Arabia Saudí.​​

Tras su ruptura con Juan Carlos I, de quien había recibido 100 millones de dólares —regalo del rey de Arabia Saudí— como donación irrevocable, en 2018 contrató a la agencia de detectives suiza Alp Services con el encargo de investigar a catorce amigos de Juan Carlos I, «arruinar la reputación» del fiscal suizo Yves Bertossa, encargado de la investigación abierta contra ella en la nación helvética por blanqueo de capitales, y elaborar un «plan de acción» para la publicación de informaciones favorables en Wikipedia y otros medios digitales. Por dichos servicios abonó, en enero de 2021, 130 000 francos suizos (125 686 euros) a la agencia de detectives.​

Leia mais...
 

Juan Carlos I of Spain

Juan Carlos I of Spain

Juan Carlos I, ou João Carlos I (nome pessoal em castelhano: Juan Carlos Alfonso Víctor María de Borbón y Borbón-Dos Sicilias; Roma, 5 de janeiro de 1938) foi o Rei da Espanha de 1975 até sua abdicação em 2014. Após sua renúncia, ele continua a usar o título de rei com caráter honorário, mantendo o tratamento de "Sua Majestade", e tornou-se Capitão General das Forças Armadas na reserva, embora sem exercer funções constitucionais. Na Espanha, desde sua abdicação, Juan Carlos geralmente é chamado de "rei emérito" (rey emérito) pela imprensa.

Juan Carlos é filho do Infante D. João, Conde de Barcelona, e neto de Afonso XIII, o último rei da Espanha antes da abolição da monarquia em 1931 e da subsequente proclamação da Segunda República Espanhola. Nasceu em Roma, Itália, durante o exílio da sua família. Francisco Franco assumiu o governo da Espanha após a sua vitória na Guerra Civil Espanhola em 1939; contudo, em 1947, foi reafirmado o estatuto monárquico do país e aprovada uma lei que permitia a Franco escolher o seu sucessor. O pai de Juan Carlos reivindicou os seus direitos ao trono após a morte do rei Afonso XIII, em fevereiro de 1941. No entanto, Franco considerava-o demasiado liberal e, em 1969, designou Juan Carlos como seu sucessor enquanto chefe de Estado.

Juan Carlos passou os seus primeiros anos de vida em Itália e veio para Espanha em 1947 para prosseguir os estudos. Concluídos os estudos secundários em 1955, iniciou a formação militar na Academia Militar Geral de Saragoça. Posteriormente, frequentou a Escola Naval Militar e a Academia Geral do Ar, tendo terminado os estudos superiores na Universidade de Madrid. Em 1962, casou-se em Atenas com a Princesa Sofia da Grécia e Dinamarca. O casal teve três filhos: Elena, Cristina e Filipe. Devido à idade avançada e ao declínio da saúde de Franco, então afetado pela doença de Parkinson, Juan Carlos começou a exercer pontualmente funções de chefe de Estado a partir do verão de 1974. Em novembro do ano seguinte, com a morte de Franco, Juan Carlos tornou-se rei.

Esperava-se que Juan Carlos desse continuidade ao legado franquista, mas, ao invés, implementou reformas que levaram ao desmantelamento do regime e ao início da transição democrática espanhola. Esse processo culminou na aprovação, por referendo, da Constituição espanhola de 1978, que restaurou a monarquia constitucional. Em 1981, teve um papel decisivo na neutralização de um golpe de Estado que pretendia restaurar o franquismo em seu nome. Em 2008, foi considerado o líder mais popular de toda a Ibero-América. Apesar de ser aclamado pelo seu papel na transição para a democracia, a reputação do rei e da monarquia deteriorou-se nos anos seguintes, devido a polémicas envolvendo a sua família, agravadas por uma viagem de caça a elefantes que realizou durante uma crise económica em Espanha.

Em junho de 2014, Juan Carlos abdicou em favor do seu filho, que subiu ao trono como Filipe VI. Desde agosto de 2020, Juan Carlos vive em exílio autoimposto fora da Espanha, devido a alegadas ligações impróprias a negócios na Arábia Saudita. Segundo estimativas do The New York Times em 2014, a fortuna de Juan Carlos ascendia a cerca de 1,8 mil milhões de euros (2,3 mil milhões de dólares).

Leia mais...