Quem namorou Stanislas II?

Stanislas II

Stanislas II

Stanislas II (en polonais : Stanisław August), de son vrai nom Stanisław Antoni Poniatowski, né le à Wołczyn (actuelle Biélorussie) et mort le à Saint-Pétersbourg, est, de 1764 à 1795, le dernier roi de Pologne et grand-duc de Lituanie, à l'époque de la République des Deux Nations.

Selon la titulature officielle, il est « par la grâce de Dieu et la volonté du peuple, roi de Pologne, grand-duc de Lituanie et duc de Ruthénie, Prusse, Mazovie, Samogitie, Kiev, Volhynie, Podolie, Podlasie, Livonie, Smolensk, Siewierz et Czernihów. »

Son règne a connu bien des vicissitudes. En 1762, son ancienne maîtresse, la princesse russe d'origine allemande Catherine, née Sophie Frédérique Augusta d'Anhalt-Zerbst, devient impératrice de Russie sous le nom de Catherine II. En 1764, après la mort d'Auguste III, Poniatowski est élu roi de Pologne en tant que candidat de la Russie et de la famille Czartoryski, qui est favorable à l'alliance étroite de la Pologne avec la Russie. Celle-ci, secondée par la Prusse, joue un rôle important au début du règne de Stanislas II, par le biais de son ambassadeur à Varsovie Nicolas Repnine.

La révolte d'une partie de la noblesse hostile à la Russie, liguée dans la confédération de Bar (1768-1772), aboutit au premier partage de la Pologne (1772). Stanislas II, maintenu sur le trône du fait de la défaite des confédérés, s'efforce alors de promouvoir un certain nombre de réformes, dont on peut citer la création de la Commission de l'Éducation nationale (1773), dans la limite de ce que son protecteur russe peut accepter.

Mais à la fin des années 1780, le mouvement de réforme prend une telle ampleur, à l'époque de la Grande Diète (1788-1792), qu'elle suscite l'hostilité de la Russie, dirigée par Catherine II jusqu'en 1796 : la promulgation de la Constitution du , la première en Europe, est l'origine directe de la guerre russo-polonaise de 1792, dont la suite est le deuxième partage de la Pologne (1793) et la soumission de Stanislas au parti pro-russe de la confédération de Targowica. En 1794, Stanislas apporte toutefois un certain soutien à l'insurrection dirigée par Tadeusz Kościuszko contre la Russie. Sa défaite aboutit au troisième partage de la Pologne en 1795 : privée de la totalité de son territoire, la république des Deux Nations cesse d'exister et Stanislas est contraint d'abdiquer, pour aller finir sa vie à Saint-Pétersbourg, au début du règne de Paul Ier.

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Magdalena Agnieszka Sapieżyna

Magdalena Agnieszka Sapieżyna

Magdalena Agnieszka Sapieżyna (1739-1780), was a Polish aristocrat. She was known as the mistress of King Stanisław August Poniatowski and had a child with him, Michał Cichocki, in 1770.

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Stanislas II

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Elżbieta Szydłowska

Elżbieta Szydłowska

Elżbieta Szydłowska, married surname Grabowska (1748 – 1 June 1810), was a member of the Polish nobility, a mistress and possibly the morganatic wife of the last King of Poland and Grand Duke of Lithuania, Stanisław August Poniatowski.

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Stanislas II

Stanislas II
 

Izabela Czartoryska

Izabela Czartoryska

Izabela Dorota Czartoryska (nascida Fleming; Varsóvia, 31 de março de 1745 — Wysocko,17 de junho de 1835) foi uma szlachta, escritora e colecionadora de artes polonesa. Fundou o primeiro museu da Polônia, o Museu Czartoryski, em Cracóvia.

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Stanislas II

Stanislas II
 

Catherine II of Russia

Catherine II of Russia

Catarina II (Estetino, 2 de maio de 1729 – São Petersburgo, 17 de novembro de 1796), conhecida como Catarina, a Grande, foi a Imperatriz da Rússia de 1762 até sua morte. Nascida como princesa Sofia Frederica Augusta de Anhalt-Zerbst-Dornburg, era a filha mais velha de Cristiano Augusto, Príncipe de Anhalt-Zerbst, e sua esposa Joana Isabel de Holsácia-Gottorp. Sofia se converteu para a Igreja Ortodoxa Russa, assumiu o nome de Catarina Alexeievna e se casou com o grão-duque Pedro Feodorovich, nascido príncipe de Holsácia-Gottorp, em 1745. Seu marido ascendeu ao trono russo em janeiro de 1762 como Pedro III da Rússia e ela organizou um golpe de estado que o tirou do trono em julho, com Pedro III morrendo alguns dias depois supostamente assassinado.

Durante o seu reinado, o Império Russo melhorou a sua administração e continuou a modernizar-se. O reinado de Catarina revitalizou a Rússia, que cresceu com ainda mais força e tornou conhecida como uma das maiores potências europeias. Os seus sucessos dentro da complexa política externa e as suas represálias por vezes brutas aos movimentos revolucionários (mais notavelmente na Rebelião Pugachev) complementaram a sua caótica vida privada. Causava escândalo frequentemente, dada a sua tendência para relações que espalhavam rumores por todas as cortes europeias.

Catarina subiu ao poder supostamente após uma conspiração por ela mesma elaborada que depôs o seu marido, o czar Pedro III, e o seu reinado foi o apogeu da nobreza russa. Pedro III, sob pressão da mesma nobreza, tinha já aumentado a autoridade dos grandes proprietários de terra nos seus mujique e servos. Apesar dos deveres impostos nos nobres pelo primeiro modernizador proeminente da Rússia, o czar Pedro I, e apesar das amizades de Catarina com os intelectuais do iluminismo na Europa Ocidental (em particular Denis Diderot, Voltaire e Montesquieu), a imperatriz não considerava prático melhorar as condições de vida dos seus súbditos mais pobres que continuavam a ser ostracizados (por exemplo) por conscrição militar. As distinções entre os direitos dos camponeses nos estados votchine e pomestie desapareceram virtualmente na lei e na prática durante o seu reinado.

Em 1785, Catarina conferiu à nobreza a Carta Régia da Nobreza, aumentando ainda mais o poder dos senhores de terra. Nobres em cada distrito elegiam um "marechal da nobreza" que falava em seu nome à monarca sobre problemas que os afetavam, em especial os problemas econômicos.

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