Quem namorou Taís de Atenas?

Taís de Atenas

Taís de Atenas

Taís (em grego: Θαΐς; século IV a.C.) foi uma hetera grega que acompanhou Alexandre, o Grande, em suas campanhas militares. Provavelmente de Atenas, ela é mais famosa por ter instigado o incêndio de Persépolis, a capital do Império Persa Aquemênida, depois que foi conquistada pelo exército de Alexandre em 330 a.C. Na época, Taís era amante de Ptolomeu I Sóter, que era um dos companheiros e generais próximos de Alexandre. Muito provavelmente ela também teria sido amante de Alexandre, com base em uma declaração do retórico grego Ateneu, que escreve que Alexandre gostava de "manter Taís perto dele" sem classificar diretamente a natureza de seu relacionamento como íntimo. Ateneu também afirma que somente após a morte de Alexandre em 323 a.C., Taís se casou com Ptolomeu e teve três filhos dele.

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Ptolemeu I Sóter

Ptolemeu I Sóter

Ptolemeu I Sóter (em grego Πτολεμαίος Σωτήρ, transl. Ptolemaíos Sōtér; 366 – 283 a.C.) foi um general macedónio de Alexandre, o Grande que se tornou Faraó do Egito de 323 a.C. a 283 a.C., fundando a Dinastia Ptolemaica.

Tomou o título de rei a partir de 305 a.C., instituindo então o culto dinástico do rei-salvador (Sóter), de acordo com a tradição dos Faraós egípcios. Recusou-se a pagar tributo ao rei da Macedônia, sucessor de Alexandre Magno. Fundou um império poderoso que, sem conquistas territoriais, manteve um reconhecido esplendor econômico e cultural, firmado em novas e eficazes formas administrativas. Instituiu a capital de sua dinastia em Alexandria, hoje a segunda maior cidade do Egito e uma das cinco maiores cidades da África, cidade fundada por seu predecessor, Alexandre. Nos últimos anos do seu reinado, exerceu co-regência com o filho, seu herdeiro real. Implantou o culto de Serápis e fundou a cidade de Ptolemaida, no Alto Egito.

Sua mãe era Arsinoé da Macedónia, filha de Meleagro, filho de Bocros, filho de Amintas I da Macedónia, descendente de Héracles. Seu pai, oficialmente, era o nobre macedónio Lago (daí o nome de Lágidas, também dado à dinastia que fundou),[carece de fontes?] mas, segundo diziam os macedônios no século II d.C., seu pai era Filipe II da Macedónia, pois sua mãe estava grávida quando casou-se com Lago. Ptolomeu foi um dos generais de maior confiança de Alexandre, o Grande, sendo um dos sete somatofílax (guardas do corpo) que o deveriam defender.

Era alguns anos mais velho que Alexandre e supõe-se que fosse seu amigo desde a infância, tendo, provavelmente, feito parte do grupo de nobres adolescentes macedónios discípulos de Aristóteles. Teria participado com Alexandre desde as primeiras campanhas, tendo tido um papel importante nas últimas, no Afeganistão e na Índia. Teria sido um dos três oficiais que salvaram a vida ao seu líder na cidade dos Oxidracas.

Nas festividades matrimoniais, em Susa, a 324 a.C., Alexandre o fez casar com a princesa persa Artacama, mas o casamento acabou logo após a morte de Alexandre. Ptolemeu casou-se com Taís de Atenas, a famosa hetera (cortesã) ateniense, companheira de Alexandre nas suas campanhas. De Ptolomeu, Taís teve 3 filhos, Lagos, Leontisco e Irene, que se casaria com o rei Eunosto de Solos, um pequeno reino no Chipre.

Em 321 a.C,[carece de fontes?] Ptolomeu tomou como esposa Eurídice, filha de Antípatro, com quem teve os principes Ptolemeu Cerauno, Meleagro, Argeu, Lisandra e Ptolemaida.

Em 316 a.C, Ptolomeu se casou com sua concubina e também prima de Eurídice, Berenice I, que seria sua esposa principal e futura rainha. Com Berenice, Ptolomeu foi pai de Ptolomeu II Filadelfo, Arsínoe II e Filotera, e adotou [carece de fontes?] os filhos de Berenice de seu primeiro casamento, Magas de Cirene, Antígona e possivelmente Texena, como príncipes da Casa Real Macedônia.

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